Dicas

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Durante a fase de germinação e início do desenvolvimento das mudas, irrigue com uma menor frequência (aumente o intervalo entre as irrigações). Após a semeadura, faça uma primeira irrigação bem leve, de modo que seja suficiente apenas para manter uma umidade adequada no substrato, de modo a permitir a germinação das sementes. Após a germinação e desenvolvimento das mudinhas, a frequência das irrigações poderá ser gradativamente aumentada, mas sempre observando a necessidade hídrica das mudas. Para isto leve em consideração o tipo de substrato utilizado, insolação, temperatura, umidade do ar, bem como a espécie e a fase de desenvolvimento das mudas. Na fase final, na qual as mudas já atingiram o tamanho de transplante, deve-se irrigar com moderação, de modo a permitir uma “rustificação” ou “endurecimento” das mudas antes de transplantá-las para o campo.

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Leve sempre em consideração para estabelecer o manejo de irrigação, o tipo de substrato em que você semeou. Lembre-se que com substratos à base de fibra de coco, há uma maior capacidade de retenção de água, o que exige que se reduza a frequência de irrigação comparativamente aos substratos à base de cascas de pinus compostadas.


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Lembre-se: Mudinhas novas têm folhas pequenas, portanto precisam de pouca água; se você molhar demais o substrato encharca e as raízes não poderão respirar adequadamente e não vão se desenvolver. O ideal é deixar o substrato reduzir bem sua reserva de água entre as irrigações. Uma boa indicação é observar as mudinhas, e somente irrigar novamente um pouco antes delas começarem a murchar por falta de água. Com isto você também evitará maiores problemas com doenças no viveiro.


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Procure utilizar substratos de alta porosidade, boa retenção de água, elevada capacidade de aeração e que sejam estáveis fisicamente (substratos que não se decomponham com facilidade). Isto terá grande influencia na formação do sistema radicular, e desenvolvimento das plantas. Evite compactar o substrato nas bandejas, pois desta maneira você pode reduzir muito sua porosidade e capacidade de aeração. Deste modo você conseguirá uma muda forte, robusta e com um "torrão" bem formado, o que evitará choques de transplantio no campo.


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Nunca misture solo (argila) ao seu substrato, pois acarretará drástica redução na porosidade e capacidade de aeração, o que irá prejudicar sobremaneira o enraizamento e a qualidade final da muda, além do risco de introduzir doenças, pragas e ervas daninhas ao seu cultivo.


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Sob condições de baixa temperatura, tempo nublado/chuvoso (muita umidade do ar), faça o possível para ventilar suas mudas, de modo a estimular a transpiração. Se a transpiração cair muito, há grande probabilidade de suas mudas desenvolverem sintomas de deficiência de Cálcio (Ca), mesmo que o substrato tenha recebido este elemento, e você também o utilize de forma intensiva via fertirrigação.


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Fique atento ao sombreamento em excesso, pode causar o estiolamento das mudas. Provocado pelo uso inadequado de telas de sombreamento e/ou pela sujeira que se acumula no plástico que cobre a estufa (procure lavar o plástico de cobertura das estufas periodicamente, principalmente no período seco de inverno, onde temos redução na intensidade luminosa e no comprimento do dia). As mudas crescem disputando entre si a pouca luminosidade existente e como consequência ficam estioladas. Procure sempre proporcionar o máximo de luz para suas mudas.


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Em culturas mais sensíveis a temperatura elevada (exemplo: Alface), pode-se recorrer a um artifício, que é a aplicação de uma fina camada de vermiculita expandida sobre a bandeja após a semeadura. Devido à cor prateada e o caráter isolante, a vermiculita reflete a radiação e o calor, além de auxiliar na manutenção da umidade do substrato, o que favorece o processo de germinação.


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Evite a utilização de fertilizantes que contenham elevados percentuais de Nitrogênio, principalmente na forma Amídica (Uréia) e/ou Amoniacal (Sulfato de Amônio, Nitrato de Amônio, MAP), bem como excesso de Fósforo (evite formulações com elevados níveis de Fósforo, tais como 10-52-10, 9-45-15, dentre outras). Se a fertirrigação for adequada, priorizando a aplicação de Nitrogênio na forma Nítrica (Nitrato de Potássio, Nitrato de Cálcio, etc.) e com um balanceamento correto de Potássio, suas mudas vão crescer fortes e robustas. As mudas não ficarão estioladas e "moles". Lembre-se que a adubação de mudas produzidas com substrato e em sistema protegido (estufa) é completamente diferente da adubação das plantas no campo.


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Limite de volume a ser aplicado nas fertirrigações: Procure irrigar as mudas da maneira mais homogênea possível, com uma das opções de soluções de fertilizantes indicadas, aplicando volume suficiente para molhar todo torraozinho da muda (o limite é quando a bandeja começa a pingar por baixo).


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Procure fertirrigar no meio da manhã: As fertirrigações devem ser feitas preferencialmente no meio das manhãs, quando já tenha passado o “efeito do orvalho” da noite, e a umidade do ar tenha baixado um pouco. Nas concentrações recomendadas não há problemas de queimar as mudinhas com as soluções fertilizantes indicadas. Não há necessidade de “lavar as folhas” das mudas após a aplicação das fertirrigações. E as mudas devem sempre iniciar a noite com suas folhas isentas de água.


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Manejo do ambiente nas estufas e das irrigações com água pura: Procure montar e/ou adaptar suas estufas para que haja bastante ventilação, bem como procure trabalhar com estufas com pé-direito bem alto (preferencialmente com 3,5 metros ou mais), para evitar que o calor excessivo prejudique suas mudas. Evite tentar compensar falhas de projeto das estufas (estufas muito baixas e sem ventilação adequada), com aplicações excessiva de água para "compensar" o excesso de calor dentro das estufas. A aplicação de água em excesso (frequência e quantidades excessivas), prejudica o enraizamento e crescimento das mudas além de “lavar” os nutrientes do substrato ou os aplicados nas fertirrigações, além de favorecer o ataque de pragas e doenças.


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Número de fertiriigações: O número e frequência das fertirrigações dependerá do substrato no qual a muda foi semeada, do vigor da espécie, e da época do ano (no Inverno as mudas se desenvolvem mais devagar, e no Verão ao contrário). Desta maneira procure acompanhar diariamente o desenvolvimento de suas mudas, e faça maior ou menor número de aplicações de fertilizantes (fertirrigações), dependendo da resposta de crescimento que você está observando.